Veja insinua que Joesley Batista enriqueceu o ministro Gilmar Mendes
Cláudia Nogueira
Sem meias palavras, a edição de Veja da próxima semana diz que Gilmar Mendes tem patrimônio maior do que a sua renda e esse patrimônio foi engordado pela JBS. Na foto, Joesley chega ao Instituo de Gilmar acompanhado do próprio ministro no dia 04 de janeiro de 2017. veja um
trecho da reportagem:
“O ministro Gilmar Mendes, há quinze anos no Supremo Tribunal Federal (STF), é um homem de posses muito além de seu salário de 33 700 reais. Uma de suas principais fontes de renda é o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), do qual é sócio junto com seu filho Francisco Schertel Mendes, de 34 anos. O IDP, além de uma fonte de receita, passou a ser uma fonte de dor de cabeça para o ministro, depois que veio a público o caso da JBS e das traficâncias dos irmãos Joesley e Wesley Batista.”
Em outro trecho, a reportagem conta que Joesley transferiu R$ 2,1 milhão para o Instituto de Mendes;
“Nos últimos dois anos, Gilmar e Joesley mantiveram uma parceria comercial e uma convivência amigável, a ponto de se visitarem em Brasília e São Paulo, trocarem favores, compartilharem certezas e incertezas jurídicas e tocarem projetos comuns. De 2016 a junho deste ano, a JBS transferiu 2,1 milhões de reais para o IDP em patrocínios que nem sempre foram públicos. Os valores de patrocínios de empresas iam parar, por vezes, na conta pessoal de Gilmar Mendes. É o que revela uma das mensagens obtidas por VEJA, que na edição desta semana traz mais detalhes sobre a relação entre o juiz e o empresário.”, infirma a revista
O outro lado: “O ministro Gilmar Mendes disse à Veja que Joesley Batista quis conhecê-lo após um pedido de patrocínio ao seu instituto. Ele admite ter encontrado o empresário algumas vezes, mas garante que a relação nunca ultrapassou os limites éticos”. O controverso Gilmar Mendes vai apanhar e muito por causa dessa reportagem








