Escassez de cebola e alta no preço do gás deixam Salvador sem baianas de acarajé
Lais Rocha
Muitas baianas de acarajé não montaram seus tabuleiros nas ruas de Salvador nesta semana. Devido a greve dos caminhoneiros, além da escassez de ingredientes no mercado o preço dos feirantes que ainda conseguem comercializar estão altos.
A saca da cebola, item essencial para o acarajé, chega a ser vendida por R$ 150 a saca, quando encontrada. A insuficiência na oferta de gás de cozinha também é uma dificuldade enfrentada pelas baianas, que chegam a utilizar dez botijões em apenas um mês.
“Sem cebola não tem acarajé. E com o preço alto, muitas baianas não estão indo trabalhar”, afirma Rita Santos, presidente da Abam, associação que representa a categoria.








