“Saiba morrer quem viver não soube”, diz Gilmar sobre Janot, citando poeta português
Instantes antes da última sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) durante o mandato de Rodrigo Janot como procurador-geral da República, o ministro Gilmar Mendes usou um trecho de um poema para se referir à despedida de Janot. “Eu diria em relação ao procurador-geral Janot uma frase de Bocage: ‘Que saiba morrer quem viver não soube'”, disse Mendes, habitual crítico de Janot, citando o poeta português Manuel Maria Barbosa Du Bocage.
No julgamento do pedido de suspeição feito pela defesa de Michel Temer contra Janot, nesta quarta-feira (13), Mendes esteve ausente. O mandato de Janot frente à PGR acaba em 15 de setembro.
Mais cedo, nesta quinta (14), em sessão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Mendes havia elogiado, em uma mensagem de despedida, o vice-procurador-geral da República Nicolao Dino. Aliado de Janot, Dino representou o Ministério Público Eleitoral no TSE.








