segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Polícia da Bahia nega que miliciano estivesse acompanhado durante abordagem

Foto: Reprodução

Da Redação

O diretor do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), Marcelo Sansão, afirmou nesta quinta-feira (13) que o miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, morto em ação policial na cidade de Esplanada, na Bahia, no domingo (9), estava sozinho no imóvel em que ele foi encontrado.

O delegado detalhou, segundo o G1 Bahia, que houve suspeita de que homens estivessem dando cobertura para o ex-capitão do Bope, apontado como chefe do Escritório do Crime. Entretanto, durante a operação, foi constado que ele estava só no imóvel onde a ação ocorreu.

O sítio onde Adriano foi morto pertence a um vereador do PSL na Bahia, que em nota afirmou não conhecer Adriano.

O diretor do Draco destacou que o homem que apontou a localização do sítio, Leandro Abreu Guimarães, não era segurança de Adriano.

“Ele [Leandro] não era segurança. A gente não tem a informação de outros seguranças. Havia uma suspeita de que poderiam haver outras pessoas no local, dando suporte ao Adriano, mas isso não é confirmado na hora da abordagem. As equipes foram com essa suspeita, mas depois confirmaram que ele não estava com suporte de terceiros”, relatou, ainda de acordo com o G1.

13 de fevereiro de 2020, 16:11

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