“Não é preconceito, é fisiologia”, diz Ana Paula sobre liberação de trans na Superliga
No início do mês, uma contratação que entrou para a história do vôlei brasileiro ganhou as manchetes: Tiffany Abreu tornou-se a primeira atleta transexual a atuar em uma partida válida da elite da modalidade no país. Autorizada pela comissão médica da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), a jogadora foi relacionada pelo técnico do Bauru, Fernando Bonatto, e entrou em quadra na derrota para o São Caetano pela Superliga. A novidade, que a princípio teria boa aceitação, parece não estar agradando a todos. A ex-jogadora Ana Paula usou as redes sociais para criticar a liberação e dizer que outras atletas também não concordam com a decisão de permitir que uma transexual jogue com outras mulheres no principal torneio feminino nacional.
“Muitas jogadoras não vão se pronunciar com medo da injusta patrulha, mas a maioria não acha justo uma trans jogar com as mulheres. E não é. Corpo foi construído com testosterona durante a vida toda. Não é preconceito, é fisiologia. Por que não então uma seleção feminina só com trans? Imbatível!”, escreveu.
A publicação gerou polêmica. Algumas pessoas responderam a jogadora, defendendo ou concordando com a crítica.
Mtas jogadoras ñ vão se pronunciar c/medo da injusta patrulha, mas a maioria ñ acha justo uma trans jogar c/as mulheres. E não é. Corpo foi construído c/testosterona durante tda a vida. Não é preconceito, é fisiologia. Pq não então uma seleção feminina só com trans? Imbatível. https://t.co/rnGM5fTZtr
— Ana Paula Vôlei (@AnaPaulaVolei) 18 de dezembro de 2017








