domingo, 18 de agosto de 2019

“Há anos não tínhamos um equipamento desse porte sendo construído em Salvador”, diz Guanabara sobre hospital da rede Mater Dei

Foto: Bruno Concha/ PMS

Thyara Araujo

A construção de um novo hospital da rede Mater Dei em Salvador, gerando 4.500 empregos diretos, foi divulgada em primeira mão pelo Toda Bahia em março deste ano. As obras, de acordo com informações obtidas nesta quinta-feira (8), serão iniciadas na próxima segunda (12), quando o prefeito ACM Neto, juntamente com o presidente da rede hospitalar, vai colocar a ‘pedra fundamental’ para a construção do equipamento na antiga fábrica da Coca-Cola, no cruzamento das avenidas Garibaldi e Vasco da Gama. O evento está marcado para 10h.

Mater Dei em Salvador vai gerar 4.500 empregos (Foto: Divulgação)

Com investimento na ordem de R$ 500 milhões, será construído o hospital e o Centro Médico acoplado ao Mater Dei.  “Há muitos anos não tínhamos um equipamento desse porte sendo construído em Salvador para a área de saúde. Em menos de 4 meses licenciamos um empreendimento desse nível para a cidade. A próxima segunda-feira será um dia muito especial”, comemora o secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sérgio Guanabara.

Para Guanabara, os ganhos para a cidade e sua população são inúmeros. ” O Mater Dei é uma das redes de hospitais mais importantes do país e representa um equipamento de extrema importância. Para Salvador, mostra a confiança que o investidor tem no município. Foi um investimento da ordem de R$ 500 milhões numa cidade que está disponibilizando segurança jurídica ao investidor, toda a melhoria na malha urbana, desenvolvimento que vem acontecendo de forma sustentável e ajudando o social. Além disso, a população terá um equipamento que vai complementar todo o sistema de saúde que a cidade hoje dispõe, qualificando ainda mais o mercado do segmento de saúde, no que diz respeito aos profissionais da medicina em geral, contribuindo para uma melhor assistência à sociedade”.

Com as obras iniciadas na segunda-feira, a previsão, segundo Guanabara, é de que em dois anos o hospital e o Centro Médico estejam prontos e com funcionamento parcial. “Mas daqui a três anos teremos o atendimento a pleno vapor”, afirma. A rede deve fazer atendimentos pelo SUS, particulares e com convênios de saúde.

08 de agosto de 2019, 18:08

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