quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Ex-presidente do TJ-BA movimentou R$ 17 milhões desde 2013

Foto: Divulgação/Ascom/TJ-BA

Redação

O  Relatório de Análise Preliminar de Movimentação Bancária 001, documento encartado nos autos da Operação Faroeste, aponta que a desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), presa na sexta-feira (29) na Operação Joia da Coroa, movimentou em suas contas bancárias R$ 17,49 milhões, entre créditos e débitos, de 1º de janeiro de 2013 até agora. Desse montante, R$ 1,56 milhão está “a descoberto”, porque não apresenta origem/destino destacado.

A informação se refere à primeira fase da investigação que aponta uma “teia de corrupção” que teria sido instalada no TJ da Bahia.

Maria do Socorro foi presa em regime preventivo na sexta-feira por ordem do ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Grampos da Polícia Federal flagraram a magistrada supostamente tentando embaraçar as investigações.

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