Comércio na Rocinha está aberto e clima é de aparente tranquilidade
Os militares das Forças Armadas continuam pelo sexto dia consecutivo o cerco à favela da Rocinha, em São Conrado, na zona sul do Rio. O objetivo é prender os líderes do tráfico de drogas na comunidade, entre eles, Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, por quem o Disque Denúncia está oferecendo R$ 50 mil a quem der informações sobre seu paradeiro.O sigilo é garantido.
O clima no local é de aparente tranquilidade e o comércio na parte baixa da favela, próximo à autoestrada Lagoa-Barra, está aberto, com grande o movimento de pessoas nos acessos à comunidade. Nas últimas horas, não houve registro de troca de tiros na Rocinha. O Batalhão de Choque da Polícia Militar (PM) está se dirigindo à favela para fazer uma ação de varredura para localização de armas e drogas.
Unidade de saúde
A Secretaria Municipal de Saúde informou que três das cinco unidades de saúde da Rocinha estão fechadas por motivo de segurança. O Centro de Atenção Psicossocial da comunidade, a Clínica da Família Maria do Socorro e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) tiveram o atendimento transferido para a sede da Clínica da Família Rinaldo de Lamare – que fica fora da favela e está funcionando normalmente, assim como o Centro Municipal Albert Sabin. Ao longo do dia serão feitas novas avaliações sobre a possibilidade de reabertura das três unidades, que estão com o atendimento redirecionado.








