terça-feira, 22 de setembro de 2020

Circo Picolino abre vagas gratuitas para oficinas virtuais

Foto: Divulgação/Circo Picolino

Da Redação

O Circo Picolino abriu vagas para oficinas virtuais, para driblar as barreiras da pandemia, levar a alegria, arte e a cultura circense para outras pessoas. Em razão do enfrentamento ao coronavírus, as oficinas, que antes aconteciam de forma presencial, agora serão virtuais. A iniciativa faz parte da segunda fase de um projeto cultural voltado para o circo, contemplado pelo edital Espaços Culturais Boca de Brasa, da Fundação Gregório de Mattos (FGM).

As inscrições são gratuitas e seguem até o dia 9 de setembro. As aulas serão iniciadas no dia 12 de setembro, a partir das 11h. Foi desenvolvido um cronograma de atividades para crianças e adultos, que deve acontecer em uma série de 12 sábados seguidos.

Serão disponibilizadas aulas de acrobacia em família, como forma de incentivo aos treinos regulares em casa. Poderão participar adultos e crianças (a partir de quatro anos), que não estejam sob condição de saúde ou orientação médica que não recomende a prática destas atividades. Os interessados deverão se inscrever preenchendo um formulário disponível no link.

Contemplado em 2019, o projeto apresentado pelo Circo Picolino prevê um ano de atividades que envolvem artes integradas, espetáculos circenses, musicais, teatrais que ocupam o espaço de palcos abertos oferecidos pelos pontos de cultura, contemplados pelo Boca de Brasa.

Histórico 

Criado em 1985 por Anselmo Serrat e Verônica Tamaoki, o Circo Picolino abriga a Escola Picolino de Artes do Circo, a primeira de artes circenses do Nordeste e a terceira do gênero no Brasil. Além disso, é um ponto de referência para artistas, produtores, pesquisadores e interessados por todo o mundo, sendo objeto de estudo de diversas pesquisas acadêmicas, principalmente no que se refere a seu trabalho social com crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social.

Boca de Brasa

O projeto Boca de Brasa é uma iniciativa da Prefeitura, através da FGM, órgão vinculado à Secretaria de Cultura e Turismo (Secult). Criado em 1986, o projeto, retomado em 2013 em um novo formato, visa fomentar a cultura na periferia, com foco na promoção da cidadania, por meio do incentivo às manifestações artísticas dos bairros da capital baiana.

Atualmente, a cidade conta com três unidades do Boca de Brasa mantidos pela Prefeitura: o do Subúrbio 360 (Vista Alegre), do CEU de Valéria (Lagoa da Paixão) e do Centro (Barroquinha). O espaço Boca de Brasa Cajazeiras (Cajazeiras X) deve ser inaugurado na próxima semana.

Além disso, o Boca de Brasa também dá nome ao edital que seleciona espaços culturais já atuantes na cidade, com auxílio financeiro para aprimoramento, dinamização, ampliação ou a sustentabilidade das atividades que desenvolvem.

01 de setembro de 2020, 18:02

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