terça-feira, 7 de abril de 2020

Bolsonaro rebate Rui Costa e compara morte de miliciano ao assassinato de Celso Daniel

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Da Redação

O presidente Jair Bolsonaro voltou a usar suas redes sociais para rebater o governador Rui Costa (PT), que afirmou neste sábado (15) que a polícia baiana cumpre a lei, “mesmo que marginais tenham laços com a Presidência”.

No Twitter, Bolsonaro afirmou que a morte de Adriano da Nóbrega, miliciano morto após operação da Polícia Militar baiana no final de semana passado, foi uma “provável execução sumária” e “queima de arquivo”.

“A atuação da PMBA, sob tutela do governador do Estado, não procurou preservar a vida de um foragido, e sim sua provável execução sumária, como apontam peritos consultados pela revista Veja. É um caso semelhante à queima de arquivo do ex-prefeito Celso Daniel, onde seu partido, o PT, nunca se preocupou em elucidá-lo, muito pelo contrário”, afirmou.

O presidente disse ainda que Rui Costa “não só mantém fortíssimos laços de amizade com bandidos condenados em segunda instância, como também lhes presta homenagens, fato constatado pela sua visita ao presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, em Curitiba, em 27 junho de 2019”.

Neste sábado, na inauguração da alça de ligação da ponte Rio-Niterói à Linha Vermelha, Bolsonaro afirmou que foi “a PM da Bahia, do PT” a responsável pela morte de Adriano da Nóbrega. Pouco depois, o governador Rui Costa rebateu o presidente da República e disse haver “laços de amizade” entre Bolsonaro e o miliciano, considerado uma das lideranças do Escritório do Crime.

16 de fevereiro de 2020, 09:03

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