sábado, 21 de julho de 2018

A manobra desastrada para tirar Lula da cadeia enfraquece tese de candidatura

Foto: Arquivo pessoal

por Albérico Gomez

Esperteza

Rogério Favreto, um desembargador plantonista do TRF4, de Porto Alegre, com 20 anos de filiação ao PT, mandou soltar Lula. A notícia ganhou corpo por volta do meio dia desse domingo (8). No final da tarde, após intervenção do juiz Sérgio Moro, o presidente do TRF4, Thompson Flores, acolheu a decisão do relator do processo que condenou Lula a 9 anos e seis meses, Gebran Neto, e manteve o ex-presidente encarcerado em Curitiba.

Mais fraco

O episódio que teve em sua origem um habeas corpus “mandrake” impetrado por três deputados federais do PT, surpreendeu até a defesa do ex-presidente e revelou-se uma manobra desastrada que enfraquece Lula e sua tese de que será candidato. O plantonista Favreto fez parte do primeiro governo de Lula como assessor do então ministro da Justiça, Tarso Genro.

Os três patetas

Os petistas e boa parte da mídia brasileira tentam vender a tese de que Lula condenado em segunda instância pode sair da cadeia a qualquer momento e virar candidato. Cadeia nunca fez bem a ninguém. Mas serve para mostrar como funciona a cabeça dos petistas em sua maioria. No improviso, com a ajuda de um juiz petista que nem na selfie (foto) o próprio Lula levava fé nele, tentaram soltar o ex-presidente num plantão. Nome dos três aloprados: Wadih Damous, Paulo Pimenta e Paulo Teixeira. A manobra dos três patetas pelo menos expôs ao País a verdadeira situação de Lula nessa ressaca pôs eliminação do Brasil na Copa.

08 de julho de 2018, 22:00

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